"O auto do meu Amor
Se por amor perder os sonhos. Então que os perca. Porque reside em mim a boa ventura. Residem em mim os sonhos despertos. Se por tudo tiver de lutar, luto, sem medo e com crença, outras demências que não as minhas libertarei.
Tudo o que me prende não são mais do que os momentos de que preciso viver contigo.
Com isto fico feliz por ser eu!
Com a lua nova renascem as boas ideias revigoradas pela certeza da positividade que transportam, descobrem assim novos e secretos caminhos por vezes encantados por uma ternura desconhecida que acompanha a mente pelos sonhos singulares que nos arrebatam e não nos permitem desistir! Quiçá não fosse o amor uma verdade intransponível e não estaria eu a compreender sobre o que nos move, sobretudo quando nos sentimos assim despertos, revigorados.
O amor é um complexo estado de eleição, quer sentimental quer física, vence a mente pela companhia que faz na viagem, deslumbra os sentidos por ser puro e honesto. A travessia a que me proponho provavelmente não terá companhia porque o reflexo do sonho não vislumbra a virtude, compreender? Quero, creio e procuro um ideal que transpareça e crie, que seguramente será capaz de o explicar, preciso apenas que se torne mais simples. Dificilmente um ideal será algo simples ou pelo menos simples de interiorizar, terei portanto de o refletir e provavelmente deixar fluir acompanhado pela imagem de um rio que cria o próprio destino e encontra as fugas necessárias para conseguir chegar ao que se propõe.
Creio que a dificuldade de qualquer ser será o ponto de equilíbrio o estado onde mente, alma e corpo se complementam e se tornam unos, se por um lado tudo isto e difícil mas possível, porque raio teimamos em amar descuidadamente?
Será que não devíamos mesmo, cuidar de nós primeiro e depois dos outros? Sermos até um pouco egoístas hoje para dar melhor amanha?
Ou será que é isto que torna o amor um sentimento singular?
Há coisas que nunca vou entender, creio que entre elas estará definitivamente o Amor, de cada vez que o cito é como se estivesse sempre a alimentar um fogo, um fogo imenso que queima toda a lenha que se lhe possa deitar.
Acredito que seja o mais perto que possa chegar da loucura, desconfio mesmo que o Amor, transpareça ele da forma que se deseja ou indo mais pela normalidade e se revele puramente distraído ou inadvertidamente sentido, leva o ser humano a um estado superior de introspeção a uma outra forma de ser. Sente-se apenas uma leve brisa da vida real. O amor é intemporal não se resume á reciprocidade nem tão pouco é uma questão de vaidade.
È de verdade extraordinário o amor, quer pela ternura que empresta ao mundo quer pela maneira como de facto o torna um sítio melhor.
Acredito que sou um felizardo em sentir as coisas como sinto em transportar em mim o que vivo e da forma que vivo, sinto de forma extraordinária e não tenho medo de compartilhar e partilhar o que sinto.
- Tens uma forma estranha de amar!- Disseram-me um dia, creio ter sido esse o catalisador desta necessidade em escrever sobre o amor. Descobri entretanto que o amor também é estranho, que o amor também é confuso.
Sendo que o problema cria a duvida por outro lado a dúvida resolve o problema, porque inicia a procura exalta á compreensão profunda do que se sente porque se sente e como se sente.
Eventualmente o primeiro e definitivo sintoma é uma forma de vazio, um desconforto que provoca um desalinho interior despejando no cérebro uma quantidade louca de estamina, que nos aumenta a resistência do pensamento, queremos mesmo compreender o porque deste arrepio no estomago, mas estamos definitivamente perante o Amor, estamos perante o que nos transforma o que nos desalinha e o que nos leva a outro estado da compreensão do mesmo.
Sentindo ficamos muito mais fortes, precisos e consistentes. A dificuldade é mesmo explicar, mas talvez por isso mesmo não seja possível, e seja diferente para todos.
A constatação de que estamos apaixonados é desde que me lembro das melhores coisas que pude sentir, é por demais evidente que a reciprocidade do mesmo é fundamental para a exponenciação do sentido e do facto humano.
Nascemos para amar!
Nascemos do Amor!
Somos singularidade no Ato!
Crescemos com tudo isto.
Lembro o meu primeiro amor e o que despertou em mim, foi o início da pessoa que sou, a ternura que consigo desvendar dentro de mim e a maneira como transporto os sentimentos para a minha vida teve início nesse preciso momento ainda me lembro bem desse arrepio. Era Agosto e percebi que não era calor que sentia, dentro de mim uma enorme ternura e uma inesgotável vontade por esse alguém apoderou-se da voz e apenas consegui soltar um olá tímido e irrequieto, que foi entendido da maneira que era sentido pela pessoa que o recebeu, e foi assim que começou a minha cruzada pelos sentidos.
Mas o amor é estranho traduz os reflexos, a contradição, a ternura, o desassossego, os sentidos, a perceção, a que chama-mos tudo isto que desejamos sentir no coração ?
Tudo isto existe porque não é sentido, é adquirido !
O amor é adquirido. È o resultado de um reflexo !
Nunca duvidei daquilo que sinto, do que senti ou quero sentir, nem tão pouco me perguntei se era racional, assumo, que se me faz duvidar faz-me racionalizar, mas também entendo que é puro, existe, está aqui !
O amor não é contradição ! O Amor é uma certeza absoluta, uma fórmula inalterável !
Palavra ! Dentro de nós se não o sentirmos assim não existe, é loucura.
O amor esconde-se na alma, a alma busca sempre a companhia, nenhuma alma deve ser singular embora assim sinta a minha eu não sou deste tempo sou de outro provavelmente vindouro já quase ninguém distingue o amor."
Se por amor perder os sonhos. Então que os perca. Porque reside em mim a boa ventura. Residem em mim os sonhos despertos. Se por tudo tiver de lutar, luto, sem medo e com crença, outras demências que não as minhas libertarei.
Tudo o que me prende não são mais do que os momentos de que preciso viver contigo.
Com isto fico feliz por ser eu!
Com a lua nova renascem as boas ideias revigoradas pela certeza da positividade que transportam, descobrem assim novos e secretos caminhos por vezes encantados por uma ternura desconhecida que acompanha a mente pelos sonhos singulares que nos arrebatam e não nos permitem desistir! Quiçá não fosse o amor uma verdade intransponível e não estaria eu a compreender sobre o que nos move, sobretudo quando nos sentimos assim despertos, revigorados.
O amor é um complexo estado de eleição, quer sentimental quer física, vence a mente pela companhia que faz na viagem, deslumbra os sentidos por ser puro e honesto. A travessia a que me proponho provavelmente não terá companhia porque o reflexo do sonho não vislumbra a virtude, compreender? Quero, creio e procuro um ideal que transpareça e crie, que seguramente será capaz de o explicar, preciso apenas que se torne mais simples. Dificilmente um ideal será algo simples ou pelo menos simples de interiorizar, terei portanto de o refletir e provavelmente deixar fluir acompanhado pela imagem de um rio que cria o próprio destino e encontra as fugas necessárias para conseguir chegar ao que se propõe.
Creio que a dificuldade de qualquer ser será o ponto de equilíbrio o estado onde mente, alma e corpo se complementam e se tornam unos, se por um lado tudo isto e difícil mas possível, porque raio teimamos em amar descuidadamente?
Será que não devíamos mesmo, cuidar de nós primeiro e depois dos outros? Sermos até um pouco egoístas hoje para dar melhor amanha?
Ou será que é isto que torna o amor um sentimento singular?
Há coisas que nunca vou entender, creio que entre elas estará definitivamente o Amor, de cada vez que o cito é como se estivesse sempre a alimentar um fogo, um fogo imenso que queima toda a lenha que se lhe possa deitar.
Acredito que seja o mais perto que possa chegar da loucura, desconfio mesmo que o Amor, transpareça ele da forma que se deseja ou indo mais pela normalidade e se revele puramente distraído ou inadvertidamente sentido, leva o ser humano a um estado superior de introspeção a uma outra forma de ser. Sente-se apenas uma leve brisa da vida real. O amor é intemporal não se resume á reciprocidade nem tão pouco é uma questão de vaidade.
È de verdade extraordinário o amor, quer pela ternura que empresta ao mundo quer pela maneira como de facto o torna um sítio melhor.
Acredito que sou um felizardo em sentir as coisas como sinto em transportar em mim o que vivo e da forma que vivo, sinto de forma extraordinária e não tenho medo de compartilhar e partilhar o que sinto.
- Tens uma forma estranha de amar!- Disseram-me um dia, creio ter sido esse o catalisador desta necessidade em escrever sobre o amor. Descobri entretanto que o amor também é estranho, que o amor também é confuso.
Sendo que o problema cria a duvida por outro lado a dúvida resolve o problema, porque inicia a procura exalta á compreensão profunda do que se sente porque se sente e como se sente.
Eventualmente o primeiro e definitivo sintoma é uma forma de vazio, um desconforto que provoca um desalinho interior despejando no cérebro uma quantidade louca de estamina, que nos aumenta a resistência do pensamento, queremos mesmo compreender o porque deste arrepio no estomago, mas estamos definitivamente perante o Amor, estamos perante o que nos transforma o que nos desalinha e o que nos leva a outro estado da compreensão do mesmo.
Sentindo ficamos muito mais fortes, precisos e consistentes. A dificuldade é mesmo explicar, mas talvez por isso mesmo não seja possível, e seja diferente para todos.
A constatação de que estamos apaixonados é desde que me lembro das melhores coisas que pude sentir, é por demais evidente que a reciprocidade do mesmo é fundamental para a exponenciação do sentido e do facto humano.
Nascemos para amar!
Nascemos do Amor!
Somos singularidade no Ato!
Crescemos com tudo isto.
Lembro o meu primeiro amor e o que despertou em mim, foi o início da pessoa que sou, a ternura que consigo desvendar dentro de mim e a maneira como transporto os sentimentos para a minha vida teve início nesse preciso momento ainda me lembro bem desse arrepio. Era Agosto e percebi que não era calor que sentia, dentro de mim uma enorme ternura e uma inesgotável vontade por esse alguém apoderou-se da voz e apenas consegui soltar um olá tímido e irrequieto, que foi entendido da maneira que era sentido pela pessoa que o recebeu, e foi assim que começou a minha cruzada pelos sentidos.
Mas o amor é estranho traduz os reflexos, a contradição, a ternura, o desassossego, os sentidos, a perceção, a que chama-mos tudo isto que desejamos sentir no coração ?
Tudo isto existe porque não é sentido, é adquirido !
O amor é adquirido. È o resultado de um reflexo !
Nunca duvidei daquilo que sinto, do que senti ou quero sentir, nem tão pouco me perguntei se era racional, assumo, que se me faz duvidar faz-me racionalizar, mas também entendo que é puro, existe, está aqui !
O amor não é contradição ! O Amor é uma certeza absoluta, uma fórmula inalterável !
Palavra ! Dentro de nós se não o sentirmos assim não existe, é loucura.
O amor esconde-se na alma, a alma busca sempre a companhia, nenhuma alma deve ser singular embora assim sinta a minha eu não sou deste tempo sou de outro provavelmente vindouro já quase ninguém distingue o amor."